O primeiro passo foi dado na cidade argentina de Mendoza em novembro. Naquele momento, os integrantes do Movimento Humanista lançaram a mobilização em escala global. Representantes de diferentes países estavam presentes, entre eles o organizador da marcha, o espanhol Rafael de la Rubia.
Durante os últimos anos, Bogotá e Medelín têm se dedicado a fortalecer as bibliotecas públicas transformando-as em centros cívicos, sociais e culturais que impulsionam a inclusão social e diminuem a violência urbana.
Enquanto a mídia mostra exemplos de jornalismo de guerra na cobertura dos combates entre Israel e o Hamas, o australiano Jake Lynch, diretor do Centro de Estudos de Paz e Conflitos da Universidade de Sydney, defende um jornalismo de paz. 'O jornalismo convencional privilegia a violência e omite informações sobre iniciativas pacíficas', afirma.
Diego Corrales, assessor da prefeitura de Medelín, fala sobre o Laboratório Medelín, projeto que sistematiza as boas práticas do modelo de segurança da cidade, responsável por tirá-la do primeiro lugar na lista das mais violentas do mundo e a elevá-la a modelo de superação, paz e desenvolvimento social.
Único brasileiro a fazer palestra no Congresso Internacional da WACC, na África do Sul, Dom Marcelo Resende defende a criação de círculos de cultura onde as pessoas aprenderiam a fazer paz. 'Não estamos condenados à violência. Precisamos treinar o olhar para começar a vislumbrar a realidade de um outro modo'.
David Zarembka, fundador da African Great Lakes Initiative e chefe das suas equipes Friends of Peace descreve os esforços para ouvir e promover a reconciliação entre vítimas e agressores, durante a recente crise interna no Quênia.
O papel da sociedade na prevenção ao crime foi o tema principal dos debates no II Congresso Brasileiro pela Paz realizado na capital da Paraíba. Evento é preparatório para a I Conferência Nacional de Segurança Pública, em agosto de 2009, em Brasília.