Cobertura jornalística sobre criminalidade e violência está em processo de amadurecimento no Brasil, mas o sensacionalismo ainda tira o espaço da reflexão. Em seminário em Brasília, jornalistas, pesquisadores e gestores da segurança pública concordaram sobre a importância de se investir na formação dos profissionais da comunicação.
Enquanto a mídia mostra exemplos de jornalismo de guerra na cobertura dos combates entre Israel e o Hamas, o australiano Jake Lynch, diretor do Centro de Estudos de Paz e Conflitos da Universidade de Sydney, defende um jornalismo de paz. 'O jornalismo convencional privilegia a violência e omite informações sobre iniciativas pacíficas', afirma.