Política de drogas

América Latina está pronta para liderar o debate

As novas alternativas para a atual política de drogas devem surgir das
necessidades e experiências latino-americanas, em um clima de
cooperação entre os países da região. Reunidos no Rio, autoridades,
legisladores, pesquisadores, profissionais da saúde, usuários de drogas
e policiais defenderam estratégias baseadas no respeito aos direitos
humanos e na evidência científica.

Drogas: insana repressão

Reunidos no Rio de Janeiro na II Conferência Latino-americana de Políticas de Drogas, acadêmicos, ativistas e representantes do governo condenam o atual modelo repressivo e vislumbram uma política pautada pelos direitos humanos e voltada para a prevenção.

Rio sedia encontro sobre política de drogas

Um ano após a I Conferência Latino-americana sobre Políticas de Drogas, na Argentina, o debate sobre tráfico, consumo, descriminalização e políticas governamentais direcionadas às drogas se ampliou em toda a região.

Drogas: cresce o movimento antiproibicionista

Começa a se estruturar no Brasil um movimento antiproibicionista alimentado pela pesquisa científica e pelo ativismo a favor dos direitos humanos. O cientista social e antropólogo Mauricio Fiore fala sobre esta nova etapa no desenvolvimento das políticas de drogas.

Projeto de cidadania nas escolas vira lei em Alagoas

Graças a trabalho desenvolvido por capitão da Polícia Militar de Alagoas, estudantes de escolas públicas municipais de Maceió terão, a partir de 2011, aulas sobre cidadania, direitos humanos e uso de drogas, por meio da nova disciplina Orientações Cívicas e Familiares.

As culturas e as drogas

Em artigo no qual defende uma discussão aberta sobre o tema das drogas no Brasil, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirma que 'precisamos escapar de uma visão simplista e superficial sobre o assunto'.

Um debate inadiável

O lançamento no Rio de Janeiro do livro "Drogas e Cultura: novas perspectivas", durante a semana mundial sobre drogas, confirmou a importância da participação das ciências sociais no debate de como lidar com as drogas. A publicação do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip) apresenta argumentos sólidos contra o proibicionismo e a guerra contra as drogas.

Cara a cara com o crack

Retirar os usuários de crack dos becos das cidades e colocá-los no porão da sociedade oculta os preconceitos em relação a um problema crescente. Especialistas reunidos no Rio de Janeiro estudaram fórmulas para levar para a prática toda a teoria do sistema de saúde pública do Brasil, que já tem ferramentas valiosas como a redução de danos e a atenção dentro das comunidades.

Um processo em evolução

Psicóloga e especialista em clínica de toxicomanias, Christiane Sampaio fala da evolução dos programas de atenção à saúde para usuários de drogas no Brasil. Ela afirma que deve-se trabalhar junto a esses usuários e à sua realidade, ao mesmo tempo que se capacita melhor os
profissionais da área de saúde.

Na batida das raves francesas

No Brasil, elas já viraram moda. As festas rave, grandes eventos de música eletrônica que se estendem por vários dias, conquistaram também os franceses. Mas se a paixão pelo gênero musical techno é o que faz muitas pessoas freqüentarem esses festivais, a liberdade para o consumo de drogas é também um atrativo. Tanto nas raves brasileiras quanto nas francesas (e no resto do mundo), o uso de substâncias psicoativas é disseminado – principalmente de drogas sintéticas.

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