Legalização da maconha (s)em marcha

cannabis_Rethink.jpgO encontro é anual: desde 1999, no primeiro fim-de-semana de maio, defensores da legalização da maconha saem às ruas para protestar contra a proibição da cannabis sativa. Este ano, a Marcha da Maconha acontece simultaneamente em 237 cidades do mundo.

No entanto, às vésperas do evento, a Justiça brasileira proibiu a manifestação em nove das dez cidades que fariam parte do circuito. Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP) não puderam realizar as marchas.

A realização de um evento desse porte pode sugerir que hoje há mais espaço para que os ativistas que defendem a legalização das drogas expressem sua opinião sobre o assunto. Entretanto, nem tudo são flores – ou plantas. No Rio de Janeiro, duas semanas antes da Marcha, alguns dos organizadores foram detidos pela Polícia Militar sob acusação de apologia às drogas. Como a acusação não se sustentou na lei, os detidos poderiam ter participado da passeata, que estava marcada para domingo, dia 4 de maio.

“Estamos cientes de que não vai ser a Marcha a propulsora da legalização da maconha. Nosso objetivo é discutir o direito à manifestação e fomentar o debate em torno do assunto drogas”, afirma um dos organizadores da Marcha, que preferiu não se identificar. “O problema das drogas no Rio tem um papel muito grande na violência da cidade, que se reflete em vários pontos da sociedade e essa é a maior importância dessa manifestação.”

“O que fazemos é defender a mudança da legislação, exatamente o que o movimento pela pena de morte e pela legalização do aborto faz. A atual legislação sobre drogas é ineficaz, falida e produz muito mais problemas que soluções.”, critica Renato Cinco, do Movimento Nacional pela Legalização das Drogas. “Não estamos dizendo que as drogas devem fazer parte da vida das pessoas, estamos dizendo que seus efeitos devem ser combatidos com políticas de educação e saúde.”

O efeito contrário

Em 2008, a Convenção das Nações Unidas sobre Drogas completa dez anos e passa por uma revisão devido ao fracasso em reduzir o consumo e ao aumento nos índices de violência relacionada ao comércio de drogas ilícitas no mundo.

Apesar das leis internacionais de controle de drogas ilícitas, baseadas na política proibicionista da ONU, o relatório anual de 2007 da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife) parece apontar justamente para a ineficiência dessa política. Segundo o documento, a maconha é a droga ilícita mais consumida na América Latina por estudantes secundaristas. No Brasil, ela fica em segundo lugar: perde para as inaláveis. 

“A proibição não é uma forma de prevenção, não é uma política pública de saúde. Ela gera um mercado lucrativo ilegal que só beneficia a criminalidade”, analisa Cinco.

A lei no Brasil

O Brasil aprovou em 2006 a Nova Lei de Drogas, que flexibiliza as penas para o consumo de drogas ilícitas, o que não significa que seus consumidores estejam a salvo de penas. Mesmo que ninguém deva ser preso por usar substâncias entorpecentes ilícitas, a verdade é que há penas previstas para isso, que variam de pagamento de cestas básicas ao desagravo de um juiz.

No entanto, a lei não estabelece critérios claros sobre o que determina um usuário e um vendedor de drogas (as quantidades que implicariam cada caso não estão especificadas) e a avaliação fica a cargo do policial que flagra o uso ou porte da droga ilícita.

Para Mauricio Fiore, pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (Neip), como a lei não estabelece um contexto específico para a definição de traficante e usuário, esse contexto pode ser forjado por um policial que decida abusar de seu poder. Assim, esse profissional deve ser treinado e qualificado. "A primeira coisa é uma qualificação ética. Do ponto de vista prático, se deve fazer uma capacitação principalmente em relação a pessoas de baixa renda, que muitas vezes são vistos como traficantes, ainda que sejam usuários", explica.

Enquanto alguns defendem que isso resulta em penas mais pesadas para aqueles que têm o estereótipo de quem a polícia considera criminoso, outros enxergam como um primeiro passo para a descriminalização do uso de outras drogas, além das que já são comercializadas legalmente, como o tabaco e o álcool.

“Descriminalizar uso e manter o tráfico proibido não é solução para o problema da violência, mas sim dos usuários. Com certeza é um avanço, mas manter o comércio proibido é o que causa a violência”, avalia Cinco. 

Por conta disso, ele defende que apenas a legalização regulamentada poderia combater com eficácia a violência associada ao comércio de drogas e, no caso da maconha – que ele lembra que é uma planta – ele vai além: “A maconha deveria ser legalizada em todo seu ciclo, desde a produção ao consumo. E quando falamos em legalizar, é diferente de liberar. Queremos legalizar e regulamentar, como toda droga legal.”

Mas essa não é única visão em relação ao tema. A psicóloga Daniela Piconez e Trigueiros da Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc), por exemplo, acha que droga é questão de saúde e defende não a legalização em si, mas a descriminalização do usuário.

"O Brasil precisa se preparar para uma legalização. O próprio movimento não é coeso quando se fala de legalização. E um passo importante para isso é a descriminalização do usuário de drogas, pois a droga não é uma questão só de policia, mas de saúde", conclui.

Maurício Fiore tem opinião parecida. "Não acho que uma política de legalização esteja próxima no Brasil, mas também não acho que seja utópica. O que eu acho possível é o adensamento do debate público, através da academia e dos movimentos sociais, principalmente para aproximar os legisladores de uma realidade da qual, na verdade, eles estão muito distanciados."

No Rio de Janeiro, enquanto simpatizantes da legalização da maconha tentavam marchar em Ipanema (Zona Sul da cidade), cidadãos contrários à legalização programavam um desfile contrário. O movimento, chamado de Marcha da Família, seria um "contramanifesto" organizado pela Comissão de Prevenção às Drogas da Câmara Municipal do Rio.

Ativismo e política de drogas:

2008: política internacional de drogas em revista

Por uma política de drogas mais humanitária 

Saiba mais:

A legalização das drogas sai do armário

Drogas e violência na América Latina: uma equação mal resolvida

Em outros sites:

Marcha da Maconha Brasil

Global Marijuana March (em inglês)

Movimento Nacional pela Legalização das Drogas

O Brasil no relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (em formato PDF)

Comentários

A minha opinião sobre esse

A minha opinião sobre esse assunto é a seguinte:existe duas opções ou se liberar as drogas totalmente,ou se reprimir totalmente condenando ñ só o traficante mas tb os usuários q são os financiadores do tráfico,daí deixariam de ser tratados como vítimas.Façam como fizeram com o porte ilegal de armas,a pessoa está armada sem porte de armas vai preso. Se continuar assim onde vamos parar???

Legalização da Droga

Só faltava isso, legalizar as drogas e proibir as armas de fogo, muito boa a idéia, poderiam liberar a corrupção também.

Sobre a legalização do uso e comercialização de drogras

É ridiculo o Estado querer Punir o traficante e tratar o usuario como vitima, o tráfico só existe porque tem o usuario que o financia,ou o estado toma atitude contra esse câncer da sociedade ou ela vai nos destruir, onde já se imaginou uma marcha para liberação da maconha? Cadê que alguem luta por melhoras na educação, segurança, emprego etc.. Um bando de marginais reunidos afim de acabar a com a nossa juventude sendo financiados por traficantes, mas fazer oquê se nossos politicos são corruptos e a nossa sociedade é desorganizada? Sendo incapaz de pressionar o governo para que adote medidas severas contra o uso e comercialização de drogas além disso existem hipócritas da alta sociedade que defendem que o usuario tem que ser tratado como vitima e que merece tratamento.

Contra o tráfico

Acho que o governo deveria liberar a plantação de maconha. Assim, os usuários poderiam plantar ao invés de comprar na mão de traficantes, financiando a violência. Atitudes repressoras nunca inibiram o consumo, pelo contrário, a maioria das pessoas que experimentam a "erva do diabo" perdem o respeito pelo governo pois se sentem enganadas com as mentiras, a hipocrisia e com a repressão que passam a ser submetidas. Usuários de maconha não são melhores ou piores que ninguém. O cidadão deve ser preso quando provoca algum crime contra a humanidade. Acho que o governo deveria lançar uma lei incentivando o cultivo para uso, quem sabe assim ele acaba com o tráfico....

Legalização das Drogas - Friedman

Interessante esta entrevista do Economista Milton Friedman, ganhador do prêmio Nobel de Economia, sobre a legalização das drogas. Vale a pena ser lida. No site http://www.geocities.com/friedmises

legalização Já

Tem que legaliza pq é do verdi

Legalização e educação

O que se defende não é a legalização como forma de apologia. O uso do tabaco até pouco tempo atrás era influenciando pela propaganda nas diversas mídias e o álcool até hoje é. O ministério da saúde deveria ter dados em mãos de quanto cada droga movimenta de dinheiro e quanto o Estado gasta com o tratamento dos usuários de cada uma delas para, de posse dessas informações avaliar o que se deve legalizar e o que se deve proibir.

Como citado acima, acho que o usuário da cannabis deveria ter o direito de plantar para seu próprio consumo, mantendo o comércio ilegal e, assim, descapitalizando o crime organizado.

Mas para darmos esse passo é necessário educar a população e podermos avaliar a situação além dos preconceitos e das defesas apaixonadas.

O desgaste social da criminalização da maconha.

Maconha como está não é legal. Têm que legalizar!
Maconha chama ao uso de drogas ilícitas? Não! O uso da maconha é o resultado do chamado das drogas lícitas que abrem portas para todas as outras, a bebida alcoólica e o cigarro.
A certeza de que como está não pode ficar, está clara para todo o mundo. Porque não é legal.
Temos hoje no Brasil, milhões de irmãos e suas famílias sofrendo pelo preconceito e falta de vontade política, trazendo prejuízos de ordem financeira à sócio-familiar. Levando aos lares brasileiros a aflição e o desespero, por inclusive questões judiciais.
Tudo isso por falta de uma política séria, de controle e ordem do estado para algo que ele só controlará, a partir do momento em que realmente assuma o controle em suas mãos. Mobilizando profissionais de todos os setores ligados à questão, para equacioná-la. Pois no modelo de atuação, ou melhor dizendo, da falta dela, não deu e nunca dará certo.
É preciso legalizar, como a própria palavra diz, tornar legal, interpretando-a em todos os seus sentidos. Têm que estudar e acompanhar com pesquisas cientificas para se orientar e orientar, antes de criminalizar, pois esta segunda opção já provou que não funciona.
Para que não haja dúvidas quanto a minha imparcialidade, não uso, por sorte, porque o meu organismo rejeitou a substância como um dia ao álcool, igual ao de tantos milhões que tiveram essa mesma sorte, mas não porque era legal ou ilegal.
É tão óbvio e simples no mínimo amenizar a dor e o sofrimento de milhões de brasileiros, basta controlar. Pois todos sabem que quem o controle tem, controla. É obrigação do Governo assumir também este controle, e não penalizar a sociedade ainda mais com leis e práticas punitivas que ao longo de cinco décadas provaram que não dá certo.
Pois a crueldade de preconceituar, ofender, prender, torturar e matar quem aspira a fumaça de uma perfumada folha seca que faz muito menos mal à saúde do homem que a fedida fumaça da folha do cigarro, tem que acabar. Pois, por mais que alguém consiga usá-la continuamente, não se embriagará trazendo o risco da violência para a sociedade, como a embriagues da bebida alcoólica. Ah! A guerra do tráfico? Só existe porque o governo não assume o controle, da produção, venda e consumo.
Sou a favor do homem livre, para que possa lutar por ele próprio e pela humanidade. Mas se alguém cai na armadilha da dependência de uma substância química, temos que apoiá-lo na luta contra ela. Por isso é necessário e obrigatório o controle do estado sobre o plantio, venda e consumo da maconha. Pois é algo que já fugiu do controle, tornou-se popular como a bebida alcoólica e o cigarro, sem o mesmo mal dos dois últimos.
Assistimos diariamente um Lobby, esta pressão velada, extremamente prejudicial para a nossa população, na maioria das vezes ingenuamente alimentado pela grande mídia. Para transformar a nossa justiça e segurança em iniciativa privada. Isto sim, seria o caos.
Funcionários de empresas de segurança privada multando motoristas, cuidando do monitoramento eletrônico de orgãos públicos e cidades. Como também da administração de complexos penitenciários públicos ou privados. Oras, infelizmente já tivemos milhões de exemplos práticos no Brasil e mundo afora que isto é inviável.
O que gerou exagero de multas no Brasil por conta desses agentes comissionados. Redutores de velocidade eletrônicos adulterados pela mão do homem ou mesmo pela simples mudança climática, também multando sob comissão para seus proprietários. Por último, a quebra de um benefício da justiça brasileira, o mais básico de seus valores, o direito à liberdade, que seja ao menos por dois a três dias aos presos com bom comportamento. Agora monitorada por uma empresa particular que só visa lucros, o que não adiantou e não vai adiantar em nada. Também uma empresa Norte Americana que administra dezenas de penitenciárias nos EUA, em uma verdadeira caçada a imigrantes ilegais, só para aumentar o seu faturamento.
Cuidar de nossa segurança é sim uma obrigação do estado, por funcionários públicos treinados. Seja via monitoramento eletrônico ou o que for, mas jamais nas mãos da iniciativa privada visando lucros financeiros.
Se não cuidarmos de nós, corremos o risco da segurança e justiça de nosso país caírem nas armadilhas das multinacionais que só visam lucro, ou seja, nas mãos de estrangeiros que não tem o mínimo amor por esta nação e ao seu povo.
Transformando inclusive a questão da não legalização da maconha, em um negócio valioso, pois prender passará a ser lucrativo para o ganancioso, enquanto só trará ao estado e aos nossos irmãos brasileiros, muito mais prejuízos de toda ordem e natureza.
José Fonte de Santa Ana.

Uso medicinal da cannabis ,onde é legalizada.

Delta-9-tetraidrocanabinol pode atenuar a percepção alterada chemosensory em pacientes com câncer: resultados de um estudo randomizado, duplo-cego piloto, controlado por placebo
1. Brisbois T. D. 1,
2. I. H. de Kock2,
3. S. M. Watanabe 2,
4. M. Mirhosseini 2,
5. D. C. Lamoureux 2,
6. M. Chasen 3,
7. MacDonald N. º 4,
8. V. E. Baracos 2 e
9. W. Wismer V. 1, *
Autor Filiações +
1. 1Departamento de Alimentação, Agricultura e Ciência da Nutrição
2. 2division de Medicina de Cuidados Paliativos, do Departamento de Oncologia da Universidade de Alberta, Edmonton
3. 3Division de Medicina de Cuidados Paliativos, do Departamento de Oncologia da Universidade de Ottawa, Ottawa
4. 4Cancer Nutrição e Programa de Reabilitação do Departamento de Oncologia, McGill University, Montreal, Canadá
1. * Endereço para correspondência: Dr. W. Wismer, Departamento de Alimentos, Agricultura e Ciência da Nutrição, 10/04 Ag / Para Centre, University of Alberta, Edmonton, Alberta, Canadá T6G 2P5. Tel: +780-492-2923; Fax: +780-492-4265; E-mail: wendy.wismer @ ualberta.ca
• Recebeu 10 de agosto de 2010.
• Revisão recebeu 8 de novembro de 2010.
• Aceito 15 de novembro, 2010.

Próxima Seção
Resumo
Tema: Um estudo piloto (NCT00316563) para determinar se o delta-9-tetrahidrocanabinol (THC), pode melhorar a percepção do paladar e do olfato (quimio), bem como o apetite, a ingestão calórica, e qualidade de vida (QV) para pacientes com câncer e alterações quimio.
Pacientes e métodos: pacientes com câncer avançado de Adultos, com falta de apetite e alterações quimio, foram recrutados de dois sites e randomizados de forma duplo-cego para receber o THC (2,5 mg, o Marinol ®, Solvay Pharma Inc., n = 24) ou As cápsulas de placebo por via oral (n = 22) duas vezes ao dia por 18 dias. Vinte e um pacientes completaram o ensaio. No início e após o tratamento, os pacientes completaram um painel de resultados-relatada pelo paciente: O gosto eo cheiro Survey, um registro alimentar de 3 dias, o apetite e avaliações preferência de macronutrientes, o questionário de qualidade de vida, e uma entrevista.
Resultados: THC e placebo foram semelhantes no início do estudo. Comparado com placebo, os pacientes tratados com THC relataram melhora (P = 0,026) e maior (P <0,001), percepção de quimio e comida "provaram melhor" (P = 0,04). Pré-refeição apetite (P = 0,05) e proporção de calorias consumidas como a proteína aumentou em comparação com o placebo (P = 0,008). pacientes tratados com THC relataram um aumento na qualidade do sono (P = 0,025) e relaxamento (P = 0,045). escores de QV e ingestão calórica total foram melhorados, tanto THC e placebo.
Conclusões: o THC pode ser útil no tratamento paliativo das alterações quimio e melhorar a apreciação de alimentos para pacientes com câncer.
Palavras-chave
• anorexia / quimioterapia
• apetite / efeitos de drogas, neoplasias / complicações
gosto • Doenças / olfato / diagnóstico
• tetrahidrocanabinol / uso terapêutico
Seção SectionNext anterior
introdução
Anorexia e perda de peso contribuem para a perda funcional, diminuem a sobrevida e qualidade de vida (QV) de pacientes com câncer avançado [1]. O potencial de delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) para aliviar esses sintomas foi sugerido [2-8] e trabalhar cedo parecia ser uma promessa [2-5, 7]. Dos sete estudos [2-8], dois investigados THC como um anti-emético com a avaliação de apetite como efeito colateral [2, 3], dois foram descontrolada [4, 5], e um dos dois estudos controlados com placebo utilizados ganho de peso como resultado a seguir apenas uma semana de tratamento [7]. Em um estudo randomizado comparando com acetato de megestrol [6], o apetite THC estimulada em 50% dos pacientes, mas foi inferior ao acetato de megestrol. Os resultados de um ensaio clínico randomizado por Strasser et al. [8] são difíceis de interpretar, devido a um grande número de mortes prematuras em todos os braços do estudo.
THC aumenta o apetite endocanabinóide via receptores (CB1R), estímulo do apetite está documentada em animais [9, 10] e em humanos saudáveis [11, 12] e síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) da população [13, 14]. Outros benefícios potenciais da terapia de THC tem sido negligenciado. alterações quimio-comum e angustiante entre os pacientes com câncer avançado, e isso contribui para a diminuição da ingestão alimentar e prazer e uma diminuição da QV [15, 16]. Os pacientes relatam freqüentemente a perda de ideação comida ea vontade de comer [17, 18]. THC pode aumentar a ingestão de alimentos, estimulando o caminho da recompensa orosensory, aumentando a motivação para comer alimentos altamente energéticos e gozo reforço alimentar [10, 19]. CB1R estão localizados em áreas relacionadas com a recompensa do cérebro [20] e no epitélio olfativo e lâmpada [20, 21] e estão envolvidos no processamento do odor periférica [21] e, potencialmente, gosto função [22]. Nossa hipótese é que o THC pode alterar favoravelmente a percepção quimio. Por isso, realizou um estudo randomizado controlado com placebo para determinar o potencial terapêutico de THC para melhorar a ingestão dos alimentos o comportamento de pacientes com câncer e auto-relataram alterações quimio. Nossa abordagem inclui um painel de resultados-relatada pelo paciente em relação ao consumo de alimentos, incluindo o comportamento percebido alterações quimio, a preferência de macronutrientes, a ingestão calórica, o apetite ea qualidade de vida. A segurança ea tolerabilidade também foram avaliadas.
Seção SectionNext anterior
pacientes e métodos
Este dois-center (Cruz Cancer Institute, Edmonton, Alberta e judeus General Hospital, em Montreal, Quebec), fase II, randomizado, duplo-cego, estudo piloto controlado por placebo de 22 dias (NCT00316563) foi aprovado pelo Ministério da Saúde do Canadá e da Investigação Conselhos de Ética da Câmara Câncer de Alberta, da Universidade de Alberta, e da Universidade McGill.
critérios de elegibilidade
Os pacientes adultos com câncer avançado (definido como localmente recorrente, localmente avançado ou metastático) de qualquer site, exceto cérebro que tiveram uma pontuação ≥ 2 (de 16) sobre um gosto marcado e Pesquisa Cheiro [23] foram incluídos (Tabela 1, ver abaixo). A pesquisa identifica e quantifica as alterações quimio; uma pontuação de ≥ 2 está associada com redução de calorias e proteínas e pobres em comparação com a qualidade de vida sem alterações quimio (T. Brisbois Clarkson, I. De Kock, S. Watanabe, V. Baracos, W. Wismer, dados não publicados). Os pacientes incluídos tinha diminuído a ingestão de alimentos por ≥ 2 semanas (relatado por assunto ou por médico) eo médico que a esperança de vida avaliado de mais de 2 meses. Todos os pacientes falava Inglês e desde que o consentimento informado. O uso de quimioterapia e radioterapia foi permitido durante o julgamento, desde que não haja eventos relacionados com a terapêutica adversos (EAs) seguiu. Elegibilidade dos pacientes foi determinada pela revisão dos prontuários médicos e verificado por estudo. Uma vez aprovados, os pacientes foram registrados por um assistente de pesquisa.
Ver esta tabela:
• Nesta janela
• Em uma nova janela
A Tabela 1.
(A) elementsâ Gol - Taste e perguntas com respostas Cheiro Inquérito basal (n = 21) e (B) adicional perguntas abertas no gosto e cheiro Inquérito
critérios de exclusão
Os critérios de exclusão incluíram uso de nutrição enteral ou parenteral, alergia ou sensibilidade ao THC e / ou óleo de semente de gergelim, história de abuso de substâncias (determinada pela revisão dos prontuários dos pacientes, o abuso do álcool, muitas vezes também foi avaliada pelo questionário CAGE [24]) ou psicóticos episódios (por exemplo, o diagnóstico de esquizofrenia ou psicose), obstrução mecânica do trato digestivo, boca ou nariz, a terapia de radiação para a cabeça / pescoço, tumor cerebral primário, náuseas pontuação> 5 na escala de 11 pontos (0 = sem náusea, 10 = náuseas pior possível); condições médicas que afetam a função chemosensory (infecção ou seja, da boca ou da cavidade nasal, sinusite ativa, febre do feno), história de taquiarritmia, angina de peito ou hipertensão não controlada, insuficiência hepática determinado por Child-Pugh ≥ 10; uso de maconha dentro de 30 dias antes do início do julgamento.
Pacientes em tratamento com a intenção específica de apetite ou aumentando o anabolismo foram excluídos (ex. dexametasona 4-10 mg bid, acetato de megestrol, canabinóides, oxandrolona). Baixas doses de corticóides para outras indicações que o apetite era permitido, desde que as doses se manteve constante durante a duração do julgamento. Os pacientes foram selecionados para a candidíase oral, se presente, os pacientes eram elegíveis para participar uma vez que a infecção foi tratada com sucesso.
tratamento atribuído ao acaso, que cega, ea intervenção
Após avaliação inicial, os pacientes foram distribuídos aleatoriamente por um farmacêutico de terceiros, de maneira duplo-cego para receber o THC (Marinol ®; dronabinol 2,5 mg cápsulas, a Solvay Pharma Inc.) ou placebo, de acordo com um esquema de randomização de terceiros gerados por computador . Pacientes iniciaram a 2,5 mg de THC ou placebo uma vez por dia durante os primeiros 3 dias (antes de dormir para 2 primeiros dias e antes do jantar no terceiro dia). A dose foi aumentada para 2,5 mg de THC ou placebo duas vezes ao dia (1 cápsula antes do almoço e jantar) no quarto dia (Figura 1). Os pacientes tinham a opção de aumentar a dose da droga até um máximo de 20 mg / dia [25].

Ver versão maior:
• Nesta página
• Em uma nova janela
• Download de slides do PowerPoint
Figura 1.
Experimental cronograma de duplo-cego, randomizado, controlado por placebo de THC em pacientes com câncer avançado. SLIM, saciedade Etiquetado Intensidade escala de magnitude; QV, qualidade de vida; faact, Avaliação Funcional da Anorexia / Caquexia questionário Terapia; ESAS; Edmonton Symptom Assessment Scale.
medidas de resultado
Pacientes completaram as avaliações no início (dia 0) e após 18 dias de tratamento com uma latitude dia em avaliações pós-tratamento (Figura 1). Todas as avaliações utilizadas resultados paciente-relatados para capturar e descrever as mudanças experimentadas e valorizada pelos pacientes [26-28].
O sabor eo cheiro Survey [23] foi utilizado para identificar e quantificar alterações quimio 'desde que o tratamento do estudo. Esta ferramenta tem uma pontuação máxima denúncia chemosensory de 16 (Tabela 1) [16]. Alterações no sabor e cheiro emergentes durante o tratamento de estudo pode ser agradável ou desagradável. Por exemplo, uma perda de sensibilidade, resultando em alimento que está sendo visto como de mau gosto seria desagradável, ao passo que a perda da sensibilidade e angustiante para os gostos e odores podem ser percebidas como um benefício. Sendo assim, adicionamos as declarações de qualificação "sim, é melhor ',' sim, é pior" e "não, é o mesmo às perguntas 1-4; 'quimio melhoria" foi calculada através da contagem do "sim, é melhor" respostas a estas perguntas. Respostas às perguntas 12/08 foram mais qualificada quanto à mudança foi "agradável ou desagradável; respostas de" agradavelmente forte 'composta resultado do "aumento chemosensory (pontuação máxima de 5). A pesquisa também inclui questões abertas para os sujeitos para a reflexão sobre a natureza específica das alterações quimio (s) e seu impacto sobre a QV.
A 100 milímetros Satiety Etiquetado Intensidade Magnitude (SLIM) escala [29] foi concluído 10-15 minutos antes de cada refeição para um pré-tratamento dia e seguintes 18 dias de tratamento para uma avaliação do apetite. Essa escala é ancorada com maior plenitude imagináveis = 0 e maior fome imagináveis = 100 (nem fome, nem completa = 50). Os macronutrientes de preferência Checklist (MPC) [30] foi finalizado com a SLIM para avaliar concorrentes preferências de macronutrientes. O MPC é marcado sobre o número de itens alimentares selecionados (0-8) em cada uma das quatro categorias de macronutrientes (proteínas, rica em carboidrato, gordura, de baixa energia). escores antes da refeição SLIM e MPC foram calculados para uma pontuação global dias. Um registro de 3 dias da dieta [31] foi usado para estimar o total de calorias e de macronutrientes (Food Processor II Programa de Análise de Nutrientes ™; Esha Research, Salem, OR).
A QV foi avaliada com a avaliação funcional da Anorexia Caquexia Terapia questionário (faact) [32]. Os 11 pontos Edmonton Symptom Assessment System [33] foi utilizado para avaliar a náusea. Um efeito colateral Survey [34] documentou a tolerabilidade da droga do estudo. As entrevistas foram realizadas para determinar as mudanças de tratamento dos pacientes relacionados com as preferências alimentares e alterações quimio.
características do paciente
Os pacientes foram recrutados a partir de qualquer programa de cuidados paliativos a casa ou em clínicas de ambulatórios de câncer local, em Edmonton, Alberta, e Montreal, Quebec, Canadá, mais de 2,5 anos (2006-2008). Não houve diferença para nenhum dos desfechos entre os locais de estudo (P <0,05). As características dos pacientes (Tabela 2) e taxas de abandono escolar (Figura 2) foram semelhantes para THC e placebo. De fatores que poderiam afetar a percepção da quimio, 33% dos pacientes submetidos à quimioterapia, no momento da coleta de dados (embora todos os pacientes tinham recebido previamente várias rodadas de diversas terapias). proporções semelhantes de participantes em cada braço do tratamento relatado o uso de próteses, experimentando boca anterior ou infecções na gengiva, e gosto anteriores ou problemas cheiro e eram fumantes anterior ou atual. Nenhum paciente foi tomar estimulantes de apetite simultâneas. Todos os participantes foram tratados com várias quimioterapias anteriores (Tabela 2), no entanto, seu efeito sobre chemosensation é impossível deconvolute em uma amostra desse tamanho com diversos diagnósticos de câncer.
Ver esta tabela:
• Nesta janela
• Em uma nova janela
Tabela 2.
As características basais dos pacientes

Ver versão maior:
• Nesta página
• Em uma nova janela
• Download de slides do PowerPoint
Figura 2.
fluxo de pacientes. N, número, THC, delta-9-tetrahidrocanabinol.
análises estatísticas
As análises estatísticas foram realizadas em uma base por análise de protocolo [35] usando o programa SAS (Statistical Analysis System para Windows, Cary, NC) [36]. Os escores totais e subdomínio do gosto e cheiro Inquérito eram tratados como os resultados primário, secundário, com resultados de apetite, a ingestão de macronutrientes, náuseas e QV. Neste estudo exploratório, a natureza dos efeitos do tratamento e do tamanho do efeito potencial (s) eram desconhecidos e por essa razão, 10 participantes foram avaliados por braço. As estatísticas descritivas foram usadas para descrever a prevalência, a natureza ea gravidade das alterações quimio. Qui-quadrado e teste exato de Fisher foram utilizados para avaliar as características do paciente, respostas sim / não, os efeitos colaterais do tratamento, e AES. Análise de séries temporais de variância [37] com a avaliação inicial, como co-variáveis foram significativas [38] e foram utilizados para avaliar as diferenças nas pontuações denúncia chemosensory, ingestão calórica, o apetite, as preferências dos macronutrientes, a QV e náuseas entre grupos e dentro do tratamento que estes dados satisfizeram as pressuposições de normalidade. diferenças pareadas das médias dos quadrados mínimos (pdiff) foram usados para comparações post hoc.
Seção SectionNext anterior
resultados
No grupo de THC, oito pacientes seguiram o protocolo de tratamento (ou seja, 2,5 mg bid) e três pacientes aumentou para 2,5 mg tid tomando um adicional de 2,5 mg antes do jantar. No grupo placebo, sete pacientes seguiram o protocolo de tratamento e três pacientes aumentaram a dose a 3 cápsulas / dia.
gosto e cheiro percepção - resultados das questões teve
A soma dos escores acusação diminuíram com o tratamento quimio-THC em comparação com os valores basais, mas não foram diferentes do placebo (Tabela 3). Chemosensory reforço (frequência de resposta "agradavelmente mais forte 'sobre as questões 8-12; Tabela 1) foi maior desde o início do tratamento com THC em comparação com placebo (P = 0,018) (Tabela 3). Chemosensory melhoria (freqüência de resposta "sim, é melhor" sobre questões 1-4; Tabela 1) foi duas vezes mais freqüente com o THC tratamento (36%) em comparação com o placebo (15%) (P = 0,026).
Ver esta tabela:
• Nesta janela
• Em uma nova janela
Tabela 3.
Basal e pós-avaliações de pacientes com câncer avançado que recebem o THC ou placebo por 18 dias
paladar e olfato - respostas a perguntas abertas e entrevista
As respostas a perguntas abertas e entrevista foram concordantes com os resultados descritos acima. A maioria (73%) dos pacientes tratados com THC apresentaram uma apreciação global dos alimentos aumentou em comparação com pacientes que receberam placebo (30%) e mais frequentemente que "o gosto do alimento feito melhor 'medicação do estudo (55%) em comparação com o placebo (10% ) (P = 0,04). Metade dos pacientes que relataram os odores a ser desagradável no início do estudo não é mais encontrada odores ofensivos do tratamento de THC (P = 0,083). A maioria dos pacientes tratados com THC (73%) indicaram uma renovada capacidade de discriminar os gostos, sabores e odores dos alimentos. Em contrapartida, 80% dos pacientes no grupo placebo relataram seu gosto e cheiro a função de ser o "mesmo que antes" (60%) ou "pior" (20%) em comparação com os valores basais.
apetite
Para o grupo de THC, os escores SLIM apetite aumentado em relação à linha de base e placebo (Tabela 3). A maioria dos pacientes tratados com THC (64%) tiveram aumento de apetite, três pacientes (27%) não apresentaram alteração de dados e uma paciente estavam incompletos. Nenhum dos pacientes tratados com THC apresentaram uma diminuição no apetite. Em contrapartida, a maioria dos pacientes que receberam placebo tiveram o menor apetite (50%) ou não mostrou nenhuma mudança (20%).
preferências alimentares e ingestão calórica
Comparado com placebo, os pacientes tratados com THC aumentou seu consumo de proteínas como proporção do total de energia. Houve uma tendência dos pacientes tratados com THC para expressar preferência por alimentos com alta proteína na MPC (Tabela 3). Durante a entrevista, os pacientes no grupo de THC (55%) comumente relatados alimentos salgados (por exemplo, hambúrgueres, frango, peixe, feijão e cogumelos) para 'melhor sabor "e ser" mais atraente "desde o tratamento do estudo. Nenhum dos pacientes do grupo placebo relataram um aumento gosto de carnes.
ingestão calórica total (Tabela 3) ou o consumo por quilograma de peso corporal (P = 0,557) não diferiu entre os grupos de tratamento. Relativa à linha de base, 73% dos pacientes tratados com THC aumentou sua ingestão calórica (kcal faixa 100-775 / dia) em comparação com pacientes de 50% no grupo placebo (100-965 kcal / dia).
qualidade de vida
escores globais faact QV melhorou de forma semelhante para ambas as THC e placebo (Tabela 3). O subdomínio faact de anorexia-caquexia relacionada com o bem estar nutricional melhorou no grupo de THC, mas não foi diferente do placebo.
efeitos colaterais e adversos
Ordenar Náusea não foram afetados pelo tratamento com THC (P = 0,532). A qualidade do sono eo relaxamento foram mais freqüentemente relatados para ser "agradável" pelos pacientes tratados com THC em comparação com placebo em um efeito colateral Survey (Tabela 3). Não houve outras diferenças entre as respostas da pesquisa, os grupos de tratamento (P> 0,05; Tabela 4).
Ver esta tabela:
• Nesta janela
• Em uma nova janela
Tabela 4.
As respostas dos pacientes ao tratamento poststudy Side Effect Inquérito
THC foi bem tolerada. Não foram encontradas diferenças durante o julgamento ou no prazo de 30 dias, período de acompanhamento entre THC e placebo para o número de eventos adversos graves ou AE (SAE) (P = 0,622 e P = 0,244, respectivamente). A maioria dos eventos adversos foram relacionados à terapia de THC, seis eram pouco claros, e quatro foram possivelmente relacionados (Tabela 5). A maioria SAE também foram relacionados à terapia de THC, quatro não eram claras e uma delas foi possivelmente relacionadas ao tratamento (batimento cardíaco irregular).
Ver esta tabela:
• Nesta janela
• Em uma nova janela
Tabela 5.
Paciente relatou os efeitos tóxicos
Seção SectionNext anterior
discussão
principais conclusões
Nosso estudo piloto demonstra que o THC, em comparação com placebo, desenvolvida e melhorada a percepção de quimio, alterou a preferência de macronutrientes, o recurso de alimentos salgados, o apetite, relaxamento e qualidade do sono de pacientes com câncer avançado com alterações quimio.
Optou-se por auto-relato da percepção chemosensory como o indicador mais relevante da preferência alimentar e gozo em vez de medidas objetivas em âmbito clínico (ou seja, limites de concentração milimolar para a detecção de tastants individuais e fragrâncias). Junto com Bartoshuk, especula-se que as alterações de paladar e olfato não são meramente quantificáveis mudanças fisiológicas, mas também envolvem a perda do gozo dos géneros alimentícios [18]. Bernhardson et al. [39] e Steinbach et al. [40] têm usado recentemente auto-relatados de forma abrangente a percepção chemosensory descrever o gosto eo cheiro mudanças vivenciadas pelos pacientes com câncer. As medidas clínicas de chemosensation não conseguem captar dimensões, como o sabor, prazer alimentar, ou o impacto sobre o comportamento do paciente a ingestão de alimentos. O limiar de concentração milimolar para a percepção de sal dissolvido na água não é um substituto para as percepções complexas que contribuem para a ingestão de comida e diversão.
Nossos resultados paralelos resultados anteriores de percepção sensorial avançada e prazer alimentar melhorou entre usuários de maconha saudável [41, 42]. O THC também reduz o desconforto de uma solução de sabor amargo em animais [19]. Nossos pacientes tratados com THC relataram cheiro eo sabor da carne que será menos ofensivo, possivelmente contribuindo para aumento de calorias ingeridas em proteína. Estes resultados sugerem que o THC aumentou a percepção chemosensory através de sistemas de recompensa [42].
Nossos resultados são importantes porque não há nenhum tratamento aceito para alterações quimio experimentado por pacientes com câncer [15, 16]. tratamento THC pode deter vários benefícios clínicos para pacientes com câncer, além de sua indicação para o tratamento de náuseas e seus efeitos sobre o apetite. THC pode aliviar uma série de sintomas: alterações quimio, prazer alimentar, dor, depressão, ansiedade, má qualidade de sono, e inflamação [43]. gozo de alimentos é um componente da qualidade de vida, e quando gozo dos alimentos é intangível em termos de ferramentas para a sua quantificação, que, no entanto sugerem que o THC pode muito bem contribuir para a apreciação global de alimentos em pacientes com câncer. Melhoria do sono pode ser devido à presença de CB1R no prosencéfalo basal [20] ou relacionados com a maior relaxamento observado em diversas populações [7, 44]. Aqui, a melhoria da qualidade do sono e relaxamento podem ter aumento do apetite e melhora a percepção chemosensory, estimulando uma visão positiva sobre os alimentos [45].
anteriores e futuros ensaios clínicos de THC
THC estimula o apetite em voluntários saudáveis [11, 12] e doentes de SIDA [13, 14], mas sua capacidade de fazê-lo em pacientes com câncer não tem sido consistentemente relatados. THC aumentou o apetite por 34% -72% dos pacientes com câncer, com doses variando de 5 a 45 mg / dia [3-8, 44]. Nelson et al. [4] mostraram promissores THC estímulo do apetite em câncer e 6 de 18 pacientes optaram por permanecer em tratamento THC para melhorar o apetite ea ingestão de alimentos [46]. No entanto, este estudo foi criticado pela falta de um grupo controle. Jatoi et al. [6] relatou THC para estimular o apetite em 50% dos pacientes. Strasser et al. [8] não observaram diferenças entre THC + canabidiol ou THC e placebo para o apetite ou a QV. Em nosso estudo, 64% dos pacientes tratados com THC apresentaram melhora pontuação apetite SLIM e esta avaliação não era suscetível ao efeito placebo. A escala verbal ancorada SLIM apresenta maior sensibilidade e especificidade que unlabelled escalas analógicas visuais [29], que tinha sido utilizado em outros estudos [8].
Jatoi et al. [6] e Strasser et al. [8] selecionados 5 mg de THC diária para minimizar os efeitos secundários, no entanto, Nelson et al. [4] mostraram resultados mais promissores com 7,5 mg de THC. pacientes com AIDS toleradas doses tão elevadas como 40 mg de THC diária bem [13]. Começamos a pacientes com uma dose baixa de construir-se a tolerância ea minimizar os negativos efeitos psicoativos [25] e permitiu que os pacientes para titular a dose para cima e isso foi bem tolerada. Notamos desistentes e consentimentos retirado devido a mudanças no estado de saúde não relacionada com o tratamento. A taxa de abandono escolar não era incomum para uma população com câncer avançado [6]. Os ensaios clínicos em câncer avançado tem a complexidade de comorbidades e óbito esperado. A exclusão de dados que são confundidos com mau prognóstico é fundamental para resultados interpretáveis, o que pode ser uma crítica a trabalhos anteriores [8].
Uma consideração para futuros julgamentos, será a situação da terapia para o gosto eo cheiro alterações na trajectória da doença, já que esses problemas têm-se caracterizado tanto durante a terapia de primeira linha em pacientes virgens de tratamento [47], bem como em pacientes em estágio avançado de doença progressiva que tenham recebido várias linhas e os ciclos de tratamento, como aqui. Estes podem ser associados ou entidades clínicas distintas.
O tamanho da amostra ea duração do estudo dentro de um projeto controlado por placebo mostrou significância estatística para vários resultados sensíveis às THC: a percepção quimio, o apetite, relaxamento e qualidade do sono. Entretanto, nossos resultados exigem a verificação em ensaios maiores. Nosso objetivo foi realizar um estudo de prova de princípio para fornecer orientação para julgamentos futuros. Os dados aqui poderia ajudar no desenvolvimento de estudos maiores da fase II, facilitando os cálculos do tamanho da amostra dado o nosso indicações preliminares de tamanhos de efeito ea variância (por exemplo, escores totais denúncia chemosensory como resultado primário exigiria ~ 5-60 pacientes em cada grupo de tratamento com base em a variação determinada aqui). Nossos resultados oferecem um ponto de partida razoável de que estudos futuros poderão investigar o uso de THC na anorexia câncer alterações quimio onde estão presentes.
Para o desenho de futuros estudos, é importante para (i) incluir um grupo placebo, os resultados podem aparecer mais favorável quando comparado com a droga sozinho, (ii) incluem avaliações de auto-relatada para capturar os aspectos relevantes do comportamento do consumo de alimentos, tais como quimio e comida mudanças de preferência e estudos (iii) poder em torno de resultados diferenciáveis, como a pontuação denúncia quimio. Como a absorção de THC oral varia muito entre os indivíduos [25, 48], e dada a controvérsia em torno da dose apropriada de câncer, estudos futuros poderão permitir que os pacientes para titular a dose ou comparar doses diferentes. Inevitavelmente, são levantadas questões sobre a capacidade de tratamento de THC cego baseado nas suas conhecidas características psicoativas, no entanto, a administração programada de doses baixas ea falta de diferenças nos eventos adversos entre os grupos de tratamento sugerem que esse problema foi provavelmente mínimo. mérito THC investigada como uma terapia para pacientes que sofrem de alterações quimio e perda de prazer dos alimentos.
Seção SectionNext anterior
financiamento
Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde (CIHR) (MOP 85.060, 86.497 Patacas) e do Conselho de Câncer de Alberta (ACB) (0051-71790124); Alberta Heritage Foundation para Pesquisa Médica, Ciências Naturais e Engenharia do Conselho de Pesquisa do Canadá, CIHR e ACB ( TDB).
Seção SectionNext anterior
divulgação
Solvay Pharma Inc. (Markham, ON, Canadá), desde que o medicamento, placebo, eo terceiro monitor partido, mas não esteve envolvido no desenho do estudo e divulgação dos resultados.
Seção SectionNext anterior
Agradecimentos
Os autores agradecem Rajesh Sharma e Lora Shupena por sua colaboração na coleta de dados, Dr. Sunita Ghosh por sua assistência na análise de dados e Solvay Pharma Inc. para fornecer a droga e placebo.
Seção SectionNext anterior
Notas de Rodapé
• apresentação anterior de trabalho em forma de pôster: TD Brisbois, IH De Kock, SM Watanabe, M. Mirhosseini, M. Chasen, N. MacDonald, VE Baracos, WV Wismer. THC melhora a percepção de quimio e prazer dos alimentos no câncer: um estudo piloto. O Simpósio Ciência 8 Pangborn Sensorial, Florença, Itália, julho de 2009.

• © o autor de 2011. Publicado pela Oxford University Press, em nome da Sociedade Europeia de Oncologia Médica. Todos os direitos reservados. Para permissões, por favor enviar e-mail: journals.permissions oup.com @

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é mantido privado e não será publicado.
CAPTCHA
Isso serve para verificar se você é um visitante de verdade e não um robô, evitando, assim, o envio automático de spam.
Image CAPTCHA
Copy the characters (respecting upper/lower case) from the image.