Mulheres que fazem a segurança mais humana
Em 1975, as Nações Unidas instituíram o 8 de março como Dia Internacional da Mulher. A data foi escolhida em referência ao massacre de um grupo de trabalhadoras de Nova York que se rebelaram contra as condições indignas de trabalho.
Nesse dia, se comemora a conquista feminina por direitos como o de escolher seus governantes, o direito ao trabalho e a uma vida digna, o direito de decidir sobre seu próprio corpo.
Mas não apenas isso. Nesse dia, comemoramos também a coragem de mulheres que dedicam seu tempo e sua vida para tentar construir um mundo mais seguro e justo para outras mulheres, homens, meninos e meninas. Cidadãos e cidadãs que sofrem com a violência fruto da desigualdade social e do desrespeito aos direitos humanos.
Dedicamos esse dia às mulheres, brasileiras e estrangeiras, que pensam, comandam e atuam na segurança pública e têm feito a diferença num mundo masculino que precisa cada vez mais de um toque feminino. O Comunidade Segura trouxe até você algumas dessas mulheres.
Um jeito feminino de combater a violência
Novos paradigmas da segurança pública, como prevenção e cultura de paz, são campo fértil para as mulheres fazerem a diferença.
As amazonas da segurança
Mulheres em regimentos montados
‘Obedecer é muito mais fácil’
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Mulheres no comando da polícia na Nicarágua
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‘Violência é só violência’
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Desvendando as condições sociais do crime
Entrevista com Renée Zauberman, especialista em pesquisas de vitimização
A base e a laje de uma ouvidoria de polícia
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A face oculta da violência armada é feminina
Entrevista com Tatiana Moura, autora de 'Rostos Invisíveis da Violência Armada'








Comentários
Material Mulheres e Segurança Pública
EXCELENTE este material! Parabéns pela variedade de referências e pontos de vista, assim como da abordagem que se faz necessária para a renovação da visão de Segurança Pública no Brasil.
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