Enviado por José Glaudio Henrique Júnior em Sex, 10/16/2009 - 19:58.
As declarações do sr. Carlos Eduardo Smicelato reflete o pensamento da classe dominante das PPMM, que alojados em seus confortáveis gabinetes, envaidecidos com todas as honrarias que o sistema militar lhes concede, esquecem que a grande maioria dos policiais militares tem seus direitos tolhidos diariamente, sofrem humilhações, na grande maioria dos casos não existe perspectiva alguma de crescimento profissional (é norma encontrar policiais militares com 20 anos de serviço ainda no posto de Soldado ou Cabo, muitas vezes se aposentando como soldados! Alguém conhece alguém que entrou na instituição como Tenente e se aposentou como Tenente? Eu não conheço nenhum caso desses!), apesar de muitos possuírem cursos superiores são tratados como peões, meros executores sem direito de pensar ou expor suas opiniões, normalmente trabalhando mais de 240h mensais, etc... tudo isso em nome de um militarismo falido, corrupto, e sem disciplina, onde a grande maioria dos Oficiais não tem o respeito de seus subordinados!
As pesquisas mostram que só existe uma classe (os oficiais) que defende com unhas e dentes a manutenção do militarismo, porque será?!
A PRF é um grande exemplo de que não precisa de militarismo algum para se manter uma instituição bem disciplinada, basta valorizar o profissional e tratá-lo como tal!
Desmilitarização das Policias
As declarações do sr. Carlos Eduardo Smicelato reflete o pensamento da classe dominante das PPMM, que alojados em seus confortáveis gabinetes, envaidecidos com todas as honrarias que o sistema militar lhes concede, esquecem que a grande maioria dos policiais militares tem seus direitos tolhidos diariamente, sofrem humilhações, na grande maioria dos casos não existe perspectiva alguma de crescimento profissional (é norma encontrar policiais militares com 20 anos de serviço ainda no posto de Soldado ou Cabo, muitas vezes se aposentando como soldados! Alguém conhece alguém que entrou na instituição como Tenente e se aposentou como Tenente? Eu não conheço nenhum caso desses!), apesar de muitos possuírem cursos superiores são tratados como peões, meros executores sem direito de pensar ou expor suas opiniões, normalmente trabalhando mais de 240h mensais, etc... tudo isso em nome de um militarismo falido, corrupto, e sem disciplina, onde a grande maioria dos Oficiais não tem o respeito de seus subordinados!
As pesquisas mostram que só existe uma classe (os oficiais) que defende com unhas e dentes a manutenção do militarismo, porque será?!
A PRF é um grande exemplo de que não precisa de militarismo algum para se manter uma instituição bem disciplinada, basta valorizar o profissional e tratá-lo como tal!