Região

Senasp lança edital de pesquisa em parceria com o Pnud

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) acaba de lançar o edital de pesquisas "Pensando a Segurança Pública". O lançamento acontece no âmbito do Projeto Segurança Cidadã firmado com a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp) e tem o objetivo de fomentar pesquisas aplicadas no campo da segurança pública e da justiça criminal, fortalecer o diálogo entre a Senasp e a Academia e qualificar e subsidiar o trabalho da Secretaria de elaboração de políticas públicas.

'A polícia hoje é um fator de mobilização'

Depois do furor inicial gerado pela implantação das Unidades de Policia Pacificadora (UPP) em algumas favelas do Rio de Janeiro anteriormente dominadas por grupos de traficantes, começam a se consolidar as primeiras lições de um processo que continua aberto a ajustes e melhorias. Quem afirma é o coronel Robson Rodrigues, em entrevista antes de deixar o comando das UPPs.

Como melhorar a abordagem aos usuários de drogas

Novo curso 'Diminuir para somar: capacitação em redução de danos sobre álcool e outras drogas' visa a ajudar os agentes comunitários de saúde a melhorar a abordagem de usuários de drogas e o prosseguimento dos casos.

A difícil tarefa de evitar a violência contra crianças

Fiocruz e Unicef lançam publicação com indicadores para auxiliar gestores e conselheiros municipais a fazer diagósticos, monitorar e avaliar as estratégias de enfrentamento da violência intrafamiliar e exploração sexual de crianças e adolescentes de seus municípios

'A lei garante tudo, mas se faz muito pouco'

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi aprovado há 21 anos, no dia 13 de julho de 1990. Tendo suas bases nas diretrizes da Constituição Federal de 1988, a chamada Constituição Cidadã, a lei garante os direitos de todas as crianças e os adolescentes. Conquista da sociedade, o ECA nasceu graças à participação da sociedade, que se articulou na luta por melhores condições de vida para esta parcela da sociedade brasileira.

Posto do Viva rio já recebeu 932 armas

O posto do Viva Rio recebeu 932 armas, entre elas revólveres e pistolas, além de espingardas e garruchas e até um fuzil. Com relação ao calibre, o que predomina é o .38 (42%), seguido do .32 (23%), .22 (14%) e .380 (7%). A Taurus é a marca mais frequente (40%), seguida de Rossi (22%), Smith Wesson (9%), CBC (3%) e Beretta (3%). Quanto à origem, 73% são de fabricação nacional, 23% são estrangeiras e 5% sem informação.

Por uma sociedade desmilitarizada

Após um ano em Portugal, a cientista política Luciana Ballestrin comparou as leis e os esforços por desarmamento de lá com os do Brasil em sua tese de doutorado na UFMG. “No Brasil, a pressão veio de ‘dentro’ e de ‘baixo’, enquanto em Portugal, de ‘fora’ e de ‘cima’”, ensina.

Internações compulsórias: o que existe embaixo do tapete?

Umas das grandes funções, digamos, macrossociais das instituições totais (para usar o clássico conceito de E. Goffman) é tirar do meio social situações e atores com os quais a maioria da sociedade não quer ter de lidar. As prisões são um óbvio exemplo (talvez justificável, ao menos muitas das vezes). Os hospitais são outro exemplo. Recentemente, os asilos ou “lares de idosos” se tornaram um exemplo muito importante, como o foram, no passado, as colônias de leprosos ou dos acometidos pelo conjunto de pestes que assolou a Europa na Idade Média.

Dossiê Unidades de Polícia Pacificadora

Criado há cerca de três anos pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro, o modelo de Unidade de Polícia Pacificadora surgiu como parte de um programa de segurança cujo objetivo era recuperar para o Estado territórios empobrecidos e dominados pelo crime organizado.

‘Arma é problema de sociedades arcaicas’

Antônio Rangel Bandeira (foto) já teve três armas e foi instrutor de tiro do Exército. Ao saber das estatísticas sobre mortes por armas de fogo, o sociólogo mudou seus conceitos. Coordenador do projeto de Controle de Armas do Viva Rio, Rangel se empenha há uma década em mudar paradigmas e desarmar a sociedade brasileira.

Conteúdo sindicalizado