Região

Segurança: uma questão de direitos humanos

Em sua busca por superar a violência que a tormenta há décadas, a América Latina deve ter foco nas práticas de segurança cidadã, mais do que no conceito de segurança pública que domina a agenda regional. A afirmação é de Amerigo Incalcaterra, representante regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Lições ‘glocais’ sobre jovens e violência

O Viva Rio lançou o Guia de boas práticas relacionadas ao COAV, que reúne 55 experiências de sucesso com crianças e jovens envolvidos com a violência armada em áreas sem guerra declarada. Durante o lançamento, que reuniu especialistas no tema, ficou claro que os problemas se repetem em diferentes lugares do mundo com suas características locais e que as soluções podem ser replicadas e adaptadas aos diferentes contextos.

Violência do narcotráfico é pior em alguns países

Por que há países produtores de drogas ilícitas que não apresentam os mesmos níveis de violência que outros? O economista colombiano Francisco Thoumi, que estuda o fenômeno do narcotráfico e sua relação com a violência, fala das características sociais vulneráveis à violência do crime organizado em países como Colômbia e México.

Alternativas para o combate à violência armada na América Latina

São vários os lugares comuns infundados sobre a violência, apesar de constatado o fato que não há relação de causa e efeito entre miséria e violência, é verdade que os países com maior desigualdade econômica têm índices de violência mais altos. A Declaração de Genebra sobre Violência Armada e Desenvolvimento inspirou seminário sobre práticas concretas discutindo redução de violência na América Latina e no Caribe.

Uma visão policial sobre política de drogas

Por que um ex-comissário de polícia do Reino Unido (Chief Constable) viajaria à América Latina para discutir uma mudança no modo de aplicação da lei de drogas? Porque em mais de 30 anos de serviço patrulhando o centro de Londres do posto mais alto, como comissário de polícia, cheguei à conclusão inevitável de que nossa abordagem atual é falha.

Prevenção e repressão contra a violência urbana

O crime urbano é para as cidades modernas algo muito similar ao que o estresse é para o indivíduo moderno: um fator de constante perturbação, cuja solução ninguém parece conhecer a ciência certa. Durante o recente Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas, realizado na encantadora, mas "estressada" cidade do Rio de Janeiro, especialistas internacionais se reuniram para compartilhar alguns remédios para este mal.

Drogas e direitos humanos: política do medo

Fernanda Mena e Dick Hobbs descrevem no artigo “Narcophobia: drugs prohibition and the generation of human rights abuses” como a Guerra às Drogas, similarmente à Guerra ao Terror, acabou promovendo o “contrário dos Direitos Humanos”, ou seja, violaram direitos humanos com a justificativa de garantí-los. Nessa entrevista para InterCAMBIO, Fernanda descreve o processo de pesquisa que resultou no artigo, os resultados da atual política de drogas e o papel dos policiais e das ONGs nessa política.

Jovens na mesa de debate sobre drogas

Nós, jovens, devemos ter uma participação significativa na vida política dos governos latino-americanos, pois somos os melhores para descrever nossa própria situação de vida. Porque somos sujeitos de direitos e garantias e porque nos deve ser permitido escolher o que é melhor para nós mesmos de acordo com a nossa própria experiência. Afinal, ninguém mais que o próprio indivíduo pode decidir o que entra em seu corpo e o que faz de sua vida, e isso se aplica aos jovens também.

'Mano dura' não foi eficaz na América Latina

A partir dessa quarta-feira (11), a capital da Nicarágua será o cenário de um interessante debate sobre as estratégias que os organismos de segurança cidadã e a sociedade civil podem aplicar para controlar a crescente violência criminal por parte de grupos juvenis nos países latinos americanos.

Tratamento para dependentes: uma estratégia contra o crime

O ex-Czar das drogas do Reino Unido e atual diretor do Consórcio Internacional de Políticas de Drogas, Mike Trace, fala da redução da criminalidade desencadeada por dependentes em Heroína nos anos 90 e dos desafios atuais de tal país para enfrentar o amplo consumo, principalmente de maconha.

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