Região

A prova de um desejo de paz em Bel Air

A perceria do coronel Ubiratan Ângelo, ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, com o Viva Rio é coisa antiga. Ele é coordenador de Seguança Humana da organização e peça fundamental no processo que tornou possível um retorno à paz em Bel Air, comunidade da capital haitiana, em 2007. Sete anos e cinco acordos de paz depois, Ubiratan está investindo na análise da situação de segurança local.

Mediação de conflitos como prevenção da violência

Em entrevista ao Comunidade Segura, a advogada Moema Salgado, coordenadora do projeto Mediação de Conflitos Interpessoais, implementado pelo Viva Rio no Haiti, fala sobre a importância da responsabilização da população nas ações de mediação de conflitos. Para ela, mediar conflitos é 'valorizar o diálogo, incentivar a participação e a responsabilização da população e reforçar os vínculos comunitários.'

Para reinserção de crianças-soldado, cultura

Desde 2003, muitas crianças e jovens do Haiti têm se envolvido voluntariamente e, em muitas vezes, de forma direta em confrontos armados. As crianças soldado – como são identificados pela comunidade e também entre eles próprios – desempenham papeis diversos, que variam de acordo com sua idade, gênero ou até mesmo com sua capacidade de atuação. Elas podem servir de “antena”, para transmissão de informações, ou para transportar armas e drogas. Mas podem também – e sobretudo – criar um conflito.

Haiti correndo para a paz

Brasileiros e haitianos unidos, durante uma manhã inteira, exclusivamente pela prática esportiva e pela paz. Embora o Haiti ainda seja um cenário de desolação após o terremoto, que completou um ano no dia 12 de janeiro, o esporte é, sim, um instrumento de integração, mudança e estímulo à autoestima. É nisso que acreditam os organizadores da Jornada Haitiana do Esporte pela Paz, um dos maiores eventos esportivos já realizados no Haiti e que aconteceu no último domingo, dia 23 de janeiro.

2010, o ano que não terminou

Exatos 12 meses depois do tremor que sacudiu o Haiti e que deixou a capital Porto Príncipe em pedaços, causando a morte de mais de 200 mil pessoas e deixando mais de um milhão desabrigados, parece que nada mudou.

Viva Rio faz campanha para conter cólera no Haiti

Epidemia já chegou à capital haitiana, Porto Príncipe, e o laboratório nacional confirmou um caso em Bel Air, bairro onde o Viva Rio atua. O cólera já matou pelo menos 259 pessoas e deixou mais de 3.342 internadas. A sede da ONG no Haiti será transformada em centro de referência em tratamento, prevenção e educação durante epidemia. Doações podem ser feitas em dinheiro ou em itens como água e soro de hidratação.

‘O Haiti nos ajudou a crescer’

Em “Combate de Paz”, o capitão do Exército brasileiro Luciano Moreira, que durante seis meses comandou uma tropa de fuzileiros no Haiti, conta em livro suas vivências e aprendizados no país e traça paralelos com o Rio de Janeiro.

Depòte: Bel Air mostra sua arte

O terremoto de janeiro de 2010 chacoalhou os rumos do Haiti. Junto com o país, diversos projetos sociais desenvolvidos na capital, Porto Príncipe, pelo Viva Rio também sofreram mudanças de rota. Muitos deles tiveram a estrutura física danificada e as atividades temporariamente interrompidas. Passado o momento de ações emergenciais, é hora de reconstrução e retomada de atividades.

Uma Copa do Mundo pela paz

Crianças de bairros pobres de Porto Príncipe foram os protagonistas de um campeonato de futebol que seguiu o modelo da Copa do Mundo da Fifa, reunindo 32 regiões da Grande Bel Air e de suas redondezas. Objetivo foi reforçar o desenvolvimento de uma cultura de paz na comunidade, dando aos jovens senso de ética esportiva.

Minustah: desafios de uma missão de paz

O Haiti tem uma história complexa e dinâmica desde o século XVIII, quando foi considerado a “pérola das Antilhas”, até sua classificação como a nação mais pobre do Ocidente, no século XXI. Desde a sua independência em 1804, a República do Haiti (Repiblik Dayti, em créole) tem enfrentado continuamente problemas e desafios para alcançar a estabilidade política, o crescimento econômico, uma infraestrutura básica e um nível mínimo de segurança para sua população.

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