Operações de Paz

A prova de um desejo de paz em Bel Air

A perceria do coronel Ubiratan Ângelo, ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, com o Viva Rio é coisa antiga. Ele é coordenador de Seguança Humana da organização e peça fundamental no processo que tornou possível um retorno à paz em Bel Air, comunidade da capital haitiana, em 2007. Sete anos e cinco acordos de paz depois, Ubiratan está investindo na análise da situação de segurança local.

Mediação de conflitos como prevenção da violência

Em entrevista ao Comunidade Segura, a advogada Moema Salgado, coordenadora do projeto Mediação de Conflitos Interpessoais, implementado pelo Viva Rio no Haiti, fala sobre a importância da responsabilização da população nas ações de mediação de conflitos. Para ela, mediar conflitos é 'valorizar o diálogo, incentivar a participação e a responsabilização da população e reforçar os vínculos comunitários.'

Haiti correndo para a paz

Brasileiros e haitianos unidos, durante uma manhã inteira, exclusivamente pela prática esportiva e pela paz. Embora o Haiti ainda seja um cenário de desolação após o terremoto, que completou um ano no dia 12 de janeiro, o esporte é, sim, um instrumento de integração, mudança e estímulo à autoestima. É nisso que acreditam os organizadores da Jornada Haitiana do Esporte pela Paz, um dos maiores eventos esportivos já realizados no Haiti e que aconteceu no último domingo, dia 23 de janeiro.

2010, o ano que não terminou

Exatos 12 meses depois do tremor que sacudiu o Haiti e que deixou a capital Porto Príncipe em pedaços, causando a morte de mais de 200 mil pessoas e deixando mais de um milhão desabrigados, parece que nada mudou.

Viva Rio faz campanha para conter cólera no Haiti

Epidemia já chegou à capital haitiana, Porto Príncipe, e o laboratório nacional confirmou um caso em Bel Air, bairro onde o Viva Rio atua. O cólera já matou pelo menos 259 pessoas e deixou mais de 3.342 internadas. A sede da ONG no Haiti será transformada em centro de referência em tratamento, prevenção e educação durante epidemia. Doações podem ser feitas em dinheiro ou em itens como água e soro de hidratação.

O Haiti bate um bolão

Futebol é uma paixão nacional também no Haiti. A admiração que os haitianos têm pelo futebol e pela seleção brasileira é curiosa e emocionante. Se hoje o Brasil é um dos mais importantes parceiros de cooperação internacional do Haiti – dada a liderança da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no país (Minustah), os investimentos sociais que a acompanharam e o auxílio nos esforços de reconstrução após o terremoto –, a relação que existia antes entre os dois países já era mediada, sobretudo, pela bola.

Depòte: Bel Air mostra sua arte

O terremoto de janeiro de 2010 chacoalhou os rumos do Haiti. Junto com o país, diversos projetos sociais desenvolvidos na capital, Porto Príncipe, pelo Viva Rio também sofreram mudanças de rota. Muitos deles tiveram a estrutura física danificada e as atividades temporariamente interrompidas. Passado o momento de ações emergenciais, é hora de reconstrução e retomada de atividades.

Uma Copa do Mundo pela paz

Crianças de bairros pobres de Porto Príncipe foram os protagonistas de um campeonato de futebol que seguiu o modelo da Copa do Mundo da Fifa, reunindo 32 regiões da Grande Bel Air e de suas redondezas. Objetivo foi reforçar o desenvolvimento de uma cultura de paz na comunidade, dando aos jovens senso de ética esportiva.

Minustah: desafios de uma missão de paz

O Haiti tem uma história complexa e dinâmica desde o século XVIII, quando foi considerado a “pérola das Antilhas”, até sua classificação como a nação mais pobre do Ocidente, no século XXI. Desde a sua independência em 1804, a República do Haiti (Repiblik Dayti, em créole) tem enfrentado continuamente problemas e desafios para alcançar a estabilidade política, o crescimento econômico, uma infraestrutura básica e um nível mínimo de segurança para sua população.

Por uma Bel Air mais limpa

A má gestão do lixo é um problema crônico de Bel-Air e os canais do bairro são verdadeiras lixeiras a céu aberto. Desde 2009, porém, uma campanha de ação para limpeza e saneamento da região, inscrita no programa Fatra Pa Gen Pye (em crioulo, 'Lixo não tem pernas'), vem dando nova cara ao bairro. Os resultados são encorajadores e, com o terremoto, o projeto tornou-se ainda mais necessário e passou a contratar moradores locais.

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