Juventude e Violência

Dakhar: proteger as crianças para reduzir a violência

Syed Tamjidur Rahman, diretor da organização Change Maker, conta como funciona o programa Proteção e Segurança para Kamrangirchar, uma comunidade de baixa renda em Dakhar, onde vivem cerca de um milhão de famílias, a maioria vinda das áreas rurais de Bangladesh, na Ásia.

Lições ‘glocais’ sobre jovens e violência

O Viva Rio lançou o Guia de boas práticas relacionadas ao COAV, que reúne 55 experiências de sucesso com crianças e jovens envolvidos com a violência armada em áreas sem guerra declarada. Durante o lançamento, que reuniu especialistas no tema, ficou claro que os problemas se repetem em diferentes lugares do mundo com suas características locais e que as soluções podem ser replicadas e adaptadas aos diferentes contextos.

Jonathan não tem tatuagem

As portas foram abertas por organizações da sociedade civil. As histórias foram reveladas pelos membros de gangues e suas famílias. As crônicas foram esccritas por cinco jornalistas, num exercício de imersão na violência juvenil na América Central. O resultado: um livro doloroso mas necessário, que fala da complexidade do problema e alerta para a necessidade imperiosa de mudança de mentalidade para afastar os estigmas.

Para reinserção de crianças-soldado, cultura

Desde 2003, muitas crianças e jovens do Haiti têm se envolvido voluntariamente e, em muitas vezes, de forma direta em confrontos armados. As crianças soldado – como são identificados pela comunidade e também entre eles próprios – desempenham papeis diversos, que variam de acordo com sua idade, gênero ou até mesmo com sua capacidade de atuação. Elas podem servir de “antena”, para transmissão de informações, ou para transportar armas e drogas. Mas podem também – e sobretudo – criar um conflito.

Quem protege os jovens ameaçados de morte?

No mês de fevereiro, o Viva Rio promoveu um diálogo sobre proteção a crianças e adolescentes em situação de ameaça de morte. O evento contou com a participação de representantes de diferentes setores da sociedade civil, como pesquisadores, especialistas e membros de órgãos que compõem o Sistema de Garantia dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente (SGDHCA).

Para derrubar o muro invisível da exclusão social

Uma iniciativa de resgate de jovens em situação de risco leva aulas de cidadania e abre espaço para debate entre jovens que moram em comunidades dominadas pelo tráfico. É o Protejo, uma das 24 ações do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, que será implementado pelo Viva Comunidade na favela Rainha da Sucata, em Cabo Frio, no Norte Fluminense.

Masculinidade livre de violência

Uma masculinidade baseada em comportamentos construtivos e pacíficos é o alicerce do trabalho do Centro de Prevenção da Violência, uma organização nicaraguense que, com sua metodologia de oficinas coletivas e terapias individuais, conseguiu tirar 80% dos jovens com os quais trabalhou das pandillas. A psicóloga Iveth Espino explica no que consiste este trabalho, reconhecido regionalmente.

Polícia especializada em atenção a jovens

Jovens em conflito com a lei do bairro de El Agustino, em Lima, estão sendo atendidos no primeiro Módulo Especializado em Atenção a Adolescentes em Delegacias, com resultados excelentes: tratamento digno, melhoria das relações entre a polícia e os menores e uma taxa de
reincidência de apenas 3%. O delegado Daniel Llaury Linares fala da transformação nas relações entre polícia, adolescentes e vítimas de delinquência juvenil, neste bairro de 185 mil habitantes.

Guatemala: sim para a vida, não para a violência

Progama capacita jovens na Guatemala para que se tornem multiplicadores de uma cultura de paz. Sua missão é replicar a prevenção à violencia armada em suas comunidades, escolas, colônias e igrejas. Todos os anos, são recrutados e formados cerca de cem voluntários.

Meninas valentes do Distrito Federal

As meninas estão cada vez mais presentes, de forma mais ousada, enfática e participativa, nas gangues do Distrito Federal. Mas a presença de estereótipos relativos às representações de gênero ainda são muito presentes nestas redes sociais de jovens. Foi o que concluiu uma pesquisa coordenada por Miriam Abramovay, da Rede de Informação Tecnológica Latino-americana (RITLA).

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