Juventude e Violência

O crack ganha as ruas do Rio

Em poucos anos o crack tornou-se a droga mais consumida pelo setor mais desprotegido da população: os moradores de rua. Estima-se que ao redor de 90% das crianças e jovens do Rio que dormem em calçadas e vivem nas ruas são usuários do crack, uma variação da cocaína que é mais barata, fácil de usar e de rápida absorção. Apesar dos dados, ainda não há no Rio profissionais capacitados para prestar assistência a esses usuários.

Janela discreta

Cada foto tirada pelos jovens de Ciudad Oculta, a sudoeste de Buenos Aires, na Argentina, abre um buraco no muro que separa esse bairro do resto da cidade desde 1978, quando a ditadura decidiu esconder a pobreza da chamada 'Villa 15' atrás de uma parede.

Tambou Lapè, uma experiência positiva

tambou_lepe_rodape_1.jpgEste artigo descreve o projeto Tambou Lapè, cujo objetivo é a redução da violência na comunidade área de intervenção do Viva Rio, em Port-au-Prince, Haiti. O acordo de paz assinado entre bases rivais e os lucros resultantes da pacificação da zona representm uma experiência positiva na gestão de conflitos e saída dos jovens envolvidos na violência armada.

Reinserção de um soldado?

Este artigo trata da história de um jovem haitiano que foi mandado pela mãe para a República Dominicana para que não se envolvesse com a violência armada. No entanto, retornou ao seu país de origem por não ter se adaptado ao novo ambiente. De volta ao Haiti, acabou se envolvendo com a banda de sua área, sendo preso e prometendo a sua mãe que se reabilitaria.

Minha vida na rua e na mara

O objetivo principal do presente artigo é apresentar ao leitor a trajetória de Gustavo Cifuentes Castellanos, um jovem guatemalteco que narra sua própria história de vida, contando sobre sua passagem pelas ruas, pelas drogas, pelas gangues e pelos centros de detenção juvenil, até finalmente encontrar uma saída que mudou a sua vida.

As estruturas de controle social na América Central versus a vontade dos jovens de sair da violência

O objetivo do presente artigo é fazer uma reflexão a respeito dos mecanismos de integração e controle social dos jovens que chegam a cometer delitos, como por exemplo, a família, a escola, o mercado de trabalho e os centros de detenção juvenil. O artigo aborda de forma crítica o papel desempenhado pela estrutura estatal dos países do Triangulo Norte em relação aos jovens marginalizados e também propõe mudanças, como um maior investimento em políticas públicas que visem à prevenção do problema da delinqüência juvenil.

Não-violência para jovens em risco

Teny Gross, chefe do Instituto de Estudos e Práticas de Não-Violência, nos EUA, discute o seu trabalho com jovens de 14 a 23 anos em uma área seriamente afetada pela violência de gangues. O instituto dedica-se à prevenção da violência no trabalho direto com jovens em situação de risco em suas comunidades, através de agentes e programas que ensinam não-violência em escolas e prisões.

Homicídios de jovens sobe junto com aumento do desemprego

Desemprego e morte. Duas palavras que estão associadas a uma faixa etária cheia de vida: os jovens de 15 a 29 anos. Estudo da economista Roberta Guimarães mostra que a falta do emprego e a ociosidade (fora da escola e sem trabalho) estão intimamente ligados ao aumento de assassinatos na faixa etária mais produtiva: a cada 1% de aumento na taxa de desocupação da população jovem, há alta de 0,5% na taxa de homicídios na mesma faixa etária. A ociosidade tem um efeito ainda mais direto: se cresce em 1%, as mortes violentas acompanham.

África do Sul aprova Estatuto da Criança

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"A África do Sul finalmente estabeleceu um sistema de justiça juvenil capaz de reduzir a criminalidade, promover a responsabilização por parte da criança e do adolescente e de tratá-los de maneira condizente com a sua idade", diz Jacqueline Gallinetti em entrevista exclusiva para o Comunidad Segura.

'A realidade aqui é outra depois do Fica Vivo'

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Em Minas Gerais, o Projeto "Fica Vivo!" tem conseguido resultados significativos na redução dos índices de homicídios. Apostando na gestão coordenada entre repressão e prevenção, o programa já é considerado um sucesso.

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