Controle de Armas

Posto do Viva rio já recebeu 932 armas

O posto do Viva Rio recebeu 932 armas, entre elas revólveres e pistolas, além de espingardas e garruchas e até um fuzil. Com relação ao calibre, o que predomina é o .38 (42%), seguido do .32 (23%), .22 (14%) e .380 (7%). A Taurus é a marca mais frequente (40%), seguida de Rossi (22%), Smith Wesson (9%), CBC (3%) e Beretta (3%). Quanto à origem, 73% são de fabricação nacional, 23% são estrangeiras e 5% sem informação.

Venezuela se prepara para conter suas armas

Venezuela cria Comissão Presidencial para Controle de Armas e Munições e de Desarmamento, que será composta por representantes dos poderes Executivo e Legislativo, da Academia, de organizações sociais, das forças armadas e do setor de tiro esportivo. Sua missão é desenvolver uma política de controle de armas que vá além de um marco legal e promova uma mudança de mentalidade frente ao uso de armas, vetor que disparou a violência no país.

Menos armas, menos mortes

Na manhã desta quinta-feira (7), o jovem Wellington de Oliveira, 23 anos, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, e protagonizou um massacre nunca antes visto no Brasil: 12 adolescentes foram mortos e outras 12 pessoas ficaram feridas. Ele usava dois revólveres, um calibre .32, roubado há 18 anos de um civil, e um calibre .38, cujo número de identificação está raspado (o que dificulta o rastreamento da sua origem) e mais de 70 projéteis.

Campanha de desarmamento será permanente

Lançada em Vitória do Espírito Santo, Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições terá caráter permanente e será realizada todos os anos, sempre no mês de julho. Caravana Nacional vai percorrer capitais do país para mobilizar lideranças e população locais e formar comitês pelo desarmamento.

Argentina entrega suas armas

A partir de março, país reedita o Plano Nacional de Entrega Voluntária de Armas de Fogo, que entre julho de 2007 e dezembro de 2008 tirou de circulação 107.761 armas e  774.500 munições. Para especialistas, apoio da mídia é fundamental. Desafio é estrutura do Renar, administrado por associação que tem interesses diretos na produção e comércio de armas de fogo.

Mortes reabrem debate sobre controle de armas

Há quase três semanas, um atirador iniciou um tiroteio no meio de uma multidão em Tucson, no Arizona, matando seis pessoas e ferindo outras 19 – incluindo a deputada norte-americana Gabrielle Giffords. O tiroteio reacendeu o debate sobre a questão do controle de armas nos Estados Unidos, já que o acusado Jared Loughner usava um cartucho de 33 balas comprado legalmente.

São Paulo segura e desarmada

O Instituto Sou da Paz, em parceria com diversas instituições governamentais e órgãos de segurança, lança um Plano de Controle de Armas para a cidade de São Paulo. O objetivo é reduzir o índice de homicídios na capital paulista, através da resolução de oito desafios principais.

A rota das armas até o crime

Circulam no Brasil hoje cerca de 16 milhões de armas, e quase a metade delas é ilegal. Aproximadamente 30% das armas apreendidas em situação ilegal foram compradas legalmente. Ministério da Justiça, Congresso e Viva Rio lançam estudos que dão subsídios ao Governo Federal nas decisões sobre onde investir para a melhoria do controle de armas e munições e aos governos estaduais no aperfeiçoamento suas políticas de segurança.

Campanhas de desarmamento em foco

Armas de fogo não tem data de expiração, elas atravessam décadas sem perder seu potencial ofensivo e sua tendência é sobreviver ao dono. A posse de armas é um nó explosivo que pode, porém, ser desatado. O Seminário Internacional sobre Desarmamento realizado nos dias 21 e 22 de Outubro em Brasília discutiu boas práticas internacionais de entrega de voluntária de armas por civis em campanhas de longa duração, e apresentou casos na América Latina, África e Europa.

África do Sul: exportações de armas na mira

"Não há fiscalização suficiente sobre o comércio internacional de armas", diz Rob Thomson, principal pesquisador da organização Ceasefire, da África do Sul, que lançou relatório sobre a compra e venda de armas no país. A publicação, que tornou público pela primeira vez o assunto no país, pede que as normas internacionais que regulamentam o comércio de armas sejam respeitadas.

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